A empresa já havia anunciado um investimento de US$ 50 milhões (cerca de R$ 270 milhões) para construir tecnologias “inclusivas e empoderadoras”, com foco metaverso no metaverso. Para comprar um terreno no metaverso é necessário criar uma carteira virtual e adquirir criptomoedas. As mais comuns são a Ethereum (ETH), MANA e SAND (criptomoeda do The Sandbox).
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Antes, é importante observar quais são as moedas aceitas dentro da plataforma escolhida. Aliás, é importante ressaltar que metaverso e realidade virtual não são sinônimos. A realidade virtual é uma tecnologia que, por meio de um sistema computacional, cria uma simulação de um ambiente, “enganando” os sentidos humanos ao imitar a realidade. Também há The Sandbox, jogo multiplayer focado em criação e exploração bastante parecido com o Minecraft. Por lá, é possível comprar terrenos e criar edifícios, labirintos e outros tipos de construções.
Várias barreiras são superadas no metaverso, e ele tem a capacidade de revolucionar diversas profissões. A medicina é uma delas, que, com o metaverso, pode realizar procedimentos físicos e complexos à distância, como cirurgias. Além disso, o metaverso trabalha com a Realidade Virtual (VR) em que existe um mundo 3D em que as pessoas conseguem se ver dentro da virtualidade. Ainda que existam alguns poucos navegadores, você consegue acessar qualquer site a partir deles, você não precisa de um navegador específico para acessar uma rede social e outro para acessar um jogo online. Agora, se você cria uma experiência no ‘Decentraland’, ela não será acessada no ‘The Sandbox’.
Comprando criptomoedas
O metaverso abre portas para novos modelos de negócios e oportunidades de emprego, especialmente em áreas como design virtual, desenvolvimento de software, marketing digital, e consultoria de experiências imersivas. Essas tecnologias combinadas tornam o metaverso possível, permitindo que os usuários tenham uma experiência fluida e imersiva dentro desse novo universo digital. As criptomoedas, por exemplo, viabilizam a compra e venda de ativos digitais, como terrenos virtuais e itens de jogos.
Ou seja, o metaverso pode ser considerado uma extensão da realidade, pois as relações entre o sujeito e o material apresentam a mesma funcionalidade prática pré-existente no real. “Metaverso” é o termo usado para descrever um universo virtual, acessível por dispositivos digitais, onde as pessoas podem interagir entre si e com o ambiente usando representações virtuais (avatares). A palavra foi usada pela primeira vez no romance de ficção científica Snow Crash, do autor Neal Stephenson, lançado em 1992. O Metaverso tem a função de conectar pessoas de forma mais imersiva do que a internet tradicional. O ambiente virtual permite que os usuários tenham experiências únicas e personalizadas, além de oferecer amplo potencial para inovação nas áreas de negócios, saúde, educação e entretenimento.
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Neles, você vai ter um avatar, encontrar outros usuários, comprar ou vender ativos (como terrenos ou skins) e jogar com outras pessoas. Para quem não conhece, o metaverso é um conceito que mescla o virtual e a realidade aumentada. Isso significa que o metaverso pode ser entendido como uma vivência em um espaço virtual, só que com influências reais nesse ecossistema. A tecnologia de blockchain, criada para registrar transações com criptomoedas e posses de bens virtuais sem a necessidade de um servidor, também aumenta as possibilidades comerciais do metaverso. Com ela, é possível comprar e vender NFTs (Non Fungible Tokens, ou tokens não fungíveis), itens digitais exclusivos que uma pessoa pode registrar no blockchain. Como o próprio nome sugere, é uma junção das duas tecnologias anteriores, que torna possível, por exemplo, o uso de hologramas no mundo físico.
O metaverso é um novo ambiente virtual imersivo, focado em interações sociais e formado por tecnologias como realidade virtual, realidade aumentada, óculos inteligentes e inteligência artificial. Dessa forma, será possível ter experiências imersivas e aprofundar as interações sociais, utilizando tecnologias como realidade aumentada, realidade virtual, inteligência artificial e óculos inteligentes. Há muitas tecnologias que precisam evoluir para garantir que a ideia de metaverso se concretize. Da mesma forma, os PCs domésticos precisam ter maior capacidade computacional para proporcionar o acesso ao metaverso por todos. O metaverso, por outro lado, é um espaço virtual integrado onde as pessoas podem se conectar.
A expectativa é que o metaverso mude a maneira como lidamos com a internet hoje, transformando experiências com telas em vivências imersivas. No ambiente corporativo, já existem empresas criando metaversos para agilizar processos rotineiros. Para isso, o Facebook pretende criar uma série de tecnologias e equipamentos que irão viabilizar essas experiências no metaverso. “Uma combinação híbrida das experiências sociais online atuais, às vezes expandido em três dimensões ou se projetando no mundo físico”. Jogos baseados em blockchain, como o The Sandbox, utilizam bastante os NFTs.
À medida que o Metaverso se desenvolve e cresce, questões regulatórias surgirão. Será necessário desenvolver regulamentos e diretrizes para garantir a segurança, a proteção dos direitos dos usuários e a prevenção de atividades ilegais, como fraude e lavagem de dinheiro. Assim como a internet, o metaverso ajudará você a se conectar com as pessoas quando não estiverem fisicamente no mesmo lugar, nos aproximando ainda mais da sensação de estar juntos pessoalmente. A Renner também levou sua campanha para dentro do mundo digital, mas nesse caso foi uma campanha publicitária, com as roupas de sua nova coleção.
A ideia do metaverso é recente, e ainda há muito espaço para crescimento junto com as inovações da tecnologia. A VR é o conceito que possibilita imersão total em um ambiente simulado, com interação em 360º em um cenário digital. Além disso, é possível inserir elementos digitais em nosso dia a dia e, assim, criar experiências novas, graças à tecnologia e o uso interativo que ela possibilita.
Outro ponto comentado pelos especialistas entrevistados pelo Olhar Digital diz respeito ao acesso ao metaverso. E, mesmo em empresas em que há o equipamento, existe a limitação do download dos programas, pois há o bloqueio pelo departamento de TI ou pelo firewall corporativo. Lá, os usuários conseguem jogar, construir e negociar ativos virtuais, além de investir na criptomoeda SAND e também tomar decisões coletivas sobre a plataforma. A compra de NFTs ou da própria criptomoeda nativa desses metaversos, sem precisar entrar na plataforma em si, também são uma possibilidade de investimento. Para investir em um metaverso centralizado, é preciso firmar um acordo com a empresa detentora da plataforma.
O metaverso do Facebook é um novo passo na jornada de conexões que a empresa de Mark Zuckerberg propõe. Na Bitso, você compra, vende e guarda criptomoedas como Bitcoin (BTC), Ether (ETH), MANA e AXS. Pois bem, vale destacar que alguns desafios ainda precisam ser superados para que essa proposta realmente faça parte do nosso dia a dia. Agora que o conceito sobre o que é metaverso e sua origem ficaram mais definidos, é bem interessante também que você saiba onde ele pode ser aplicado e qual a importância. O mesmo princípio pode ser aplicado em diversas situações, tais como treinamentos, eventos online, shows, entre muitas, muitas outras.