Ao tentar fazer um refrigerante similar ao tetrafluorodicloroetano, o químico foi polimerizado e virou o PTFE. “Já os de barro, há relatos de contaminação por chumbo, em decorrência da região de onde foi retirado”, afirma. Ao ingerir essa substancia a pessoa corre riscos de ter danos no fígado, disfunção imunológica, disfunção da tireoide e diminuição da capacidade de combater infecções.
Se a panela for esmaltada, um selo ambiental atesta sua atoxidade. Na cozinha, tem aquecimento demorado e é indicada para molhos e caldos, assim como contraindicada para frituras. Porosa, exige cura e pode acumular resíduos e micro-organismos patogênicos. No dia a dia, deve ser bem higienizada e levada ao fogo para secar antes de guardada. Não é porosa e, com isso, não acumula resíduos e micro-organismos patogênicos.
Entretanto, acaba sendo uma das panelas menos utilizadas no dia a dia por conta do peso e também por exigir cuidados extras na hora da limpeza. Como dica, recomenda-se que no primeiro uso a panela seja fervida com água várias vezes para prevenir a contaminação do alimento com níquel. Atualmente, a maioria das panelas não oferece risco de intoxicação por metais, especialmente se utilizadas corretamente. A extração da argila, tipo de queima e resíduos da produção determinarão seu nível de sustentabilidade. Geralmente, é queimada à lenha, emitindo monóxido de carbono na atmosfera. No dia a dia, contudo, não deixa resíduos metálicos nos alimentos.
Todos possuem combustão controlada e excelente poder calorífico. “Precisamos de muita pesquisa para todos os diferentes usos”, diz Kleimark. “A indústria têxtil tem estado na vanguarda na busca por alternativas”, afirma Kleimark.
Onde utilizar teflon?
Por exemplo, evite superaquecer a panela vazia, isso pode fazer com que ela libere gases tóxicos. Além disso, evite utilizar utensílios de metal, eles podem danificar o revestimento antiaderente. Opte por utensílios de madeira, silicone ou plástico que sejam compatíveis com o revestimento das panelas de teflon. Assim como as panelas de pedra-sabão, panelas elétricas porcelana e cerâmica, sua sustentabilidade depende da extração da matéria-prima, fonte energética usada na fabricação e destino dos resíduos da produção. A extração do barro pode provocar erosão do solo e desmatamento. O preparo que usa gás emite menos substâncias tóxicas na atmosfera que a queima da lenha, que libera monóxido de carbono (CO).
O Teflon já foi, e ainda é, o causador de grandes discussões e há vários artigos discutindo se deveríamos ou não utilizá-lo em panelas. Isso porque no passado o Teflon foi acusado de ser perigoso para a saúde humana e ao meio ambiente por causa do PFOA (ácido perfluorooctanóico). As panelas de Teflon surgiram para agregar mais saúde à alimentação por não precisar utilizar gorduras no cozimento, porém o material é um produto químico sintético composto de átomos de carbono e flúor. É fundamental seguir as orientações do fabricante para garantir a conservação e durabilidade da camada antiaderente. Cada panela pode ter recomendações específicas sobre a temperatura máxima de aquecimento, a forma correta de limpeza e a vida útil do revestimento. Seguir essas orientações não apenas ajuda a preservar a qualidade da panela, mas também minimiza possíveis riscos à saúde.
Planos de saúde coletivos terão aumento de 14% em terceiro ano de alta
A empresa diz que imita as propriedades das folhas de lótus, que repelem a água naturalmente. Se você já viu gotículas deslizarem da superfície de um lírio d’água ou da asa de uma cigarra, compreenderá essa propriedade em ação. Em julho, o estado americano de Maine se tornou a primeira jurisdição do mundo a proibir a venda de produtos contendo PFAS a partir de 2030, exceto quando seu uso for considerado inevitável (o que pode se aplicar a certos produtos médicos). Além disso, nem todo mundo tem tempo e motivação para escrever para as empresas e perguntar se seus produtos contêm PFAS, que é o que algumas agências governamentais recomendam. Teflon é o nome comercial de um revestimento químico feito a partir de politetrafluoretileno (PTFE). O material foi inventado acidentalmente em 1938 por Roy Plunkett, um químico da DuPont de Nemours, que tentava recriar um novo tipo de refrigerante de sistemas de refrigeração.
Panela de Teflon: 7 dicas pra fugir dos riscos!
A panela do tipo teflon, sem dúvida, é a preferida de muitas pessoas. Para guardar e preservar a panela, use uma camada fina de azeite antes de secar. Como a pedra sabão é um material poroso, se for higienizada inadequadamente ou guardada ainda úmida, pode gerar a proliferação de microrganismos como fungos. No entanto, vários estudos hoje mostram que não existem motivos para se preocupar.
Felizmente, existem várias alternativas seguras aos utensílios de cozinha com revestimento de teflon. Panelas de aço inoxidável, ferro fundido ou cerâmica são opções populares e seguras. Embora essas panelas e tachos possam exigir um pouco mais de óleo ou manteiga para evitar a aderência dos alimentos, elas são seguras e oferecem excelente durabilidade. Além disso, as panelas de ferro fundido e as de aço inoxidável possuem propriedades térmicas que permitem que os alimentos sejam cozidos de forma uniforme e eficiente. Além disso, arranhões ou danos na superfície do teflon podem aumentar a libertação de compostos tóxicos.
Quando aquecidos acima de 260°C, os utensílios com revestimento de teflon podem começar a decompor-se e libertar gases tóxicos. Além disso, evite arranhar ou danificar o revestimento antiaderente ao usar utensílios de metal ou esfregar com muita força ao limpar, pois isso pode aumentar a libertação de compostos tóxicos. Além de escolher utensílios de cozinha seguros, é importante usar e cuidar adequadamente deles.
